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Uma mulher deu entrada em um hospital, na China, sentindo fortes coceiras nos olhos. Ao ser examinada pelos médicos, foi constatado que ela tinha 50 vermes dentro de sua vista, sendo 40 no lado direito e outros 10 à esquerda. Os parasitas estavam entre os olhos e as pálpebras.

No hospital, o corpo médico fez a remoção dos vermes e, posteriormente, identificaram que os animais eram um tipo de lombriga, da família Filarioidea. Tais parasitas são transmitidos por picadas de moscas ou outros tipos de insetos.

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A vítima, entretanto, acredita que a transmissão veio através de larvas de cães e gatos. Ele teria tido contato com os animais, antes de coçar os olhos. Algumas lombrigas deste tipo, inclusive, podem causar cegueira.

O museu da comida nojenta, na cidade sueca de Malmö, surpreende seus visitantes com receitas desconcertantes como o pênis de touro, ou um queijo repleto de vermes.

O museu, que na realidade é uma exposição que estará aberta em um antigo matadouro da cidade até 27 de janeiro, foi criado por Samuel West, responsável também por um museu do xadrez.

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O objetivo é que as pessoas "explorem o mundo da alimentação" e percebam os "vieses" culturais, explica o diretor da exposição, Andreas Ahrens.

"O nojo é sempre subjetivo. Depende de com o que você cresceu. É como se tivéssemos sido doutrinados", explica.

A exposição apresenta queijos de Borgonha, lagosta, caracóis e balas de goma, comuns em certas partes da Europa, junto com cabeças de coelho, ou suco de olho de cabra, quitutes que para o público de Malmö parecem saídos de um livro de feitiçaria.

A mostra é uma volta ao mundo de especialidades, em alguns casos mais e em outros menos chocantes, na qual há comida tradicional, mas também "junk food".

O bilhete de entrada (18 euros) é um saco para vomitar, para o caso de o estômago do visitante não conseguir suportar este corrosivo percurso culinário, que leva entre meia hora e duas horas.

"Acho que este é, de longe, um dos museus mais interessantes que já visitei", afirma Charlie Lam, estudante de Hong Kong, de 23 anos.

- Contemplar, cheirar, provar -

O fundador do lugar "começou refletindo sobre os museus que não existem e que ele gostaria de visitar, o que levou a isto", explica Ahrens.

Junto com amigos, Charlie Lam descobriu os 80 pratos expostos, sentiu o aroma singular e em alguns casos se atreveu a prová-los.

Foi o caso do "Su Callu", um queijo sardo apresentado em uma tripa seca que deixa na garganta um gosto residual de amoníaco, ou do "hákarl", um tubarão fermentado da Islândia.

A estudante menciona em especial o alcaçuz salgado, uma guloseima muito apreciada nos países nórdicos, e os fedidos queijos britânicos e franceses.

Na exposição, muitos dos alimentos são frescos e alguns podem ser tocados. Alguns curiosos não resistem a apalpar o pênis de touro cru, considerado um afrodisíaco na China.

"Se fosse comida artificial, de plástico ou coisas em conserva, não seria tão interessante nem tão divertido", acrescenta Ahrens.

"É uma parte importante da experiência para o visitante", guiado pelo diretor do local pelas mesas da exposição.

Alguns pratos estão presentes em vídeo, como o coração palpitante de cobra — uma especialidade do Vietnã —, que deve ser degustado em seu sangue. "Foi o que me pareceu mais surpreendente", diz Adam Eliasson, operário de 24 anos.

Os queijos podem ser provados, enquanto os produtos frescos são conservados na geladeira por três, ou quatro, dias e depois jogados fora.

"Normalmente, sou bastante complicado para comer", conta Eliasson.

"Como muito poucas coisas, [...] mas aqui provei tudo e não vomitei!", diz, contente.

Mas há pratos como as sopas de tartaruga, ou de morcego, o guisado de cabeça de cabra, ou o álcool de ratos, que até os visitantes mais corajosos hesitam em provar.

Andreas Ahrens e Samuel West esperam atrair entre 150 e 500 curiosos em cada dia de funcionamento do museu (de quarta-feira a sábado) e apresentar a exposição em outras cidades da Europa e do mundo.

Um homem nos Estados Unidos morreu depois de vencer um concurso no qual comeu durante quatro minutos mais de 20 insetos gigantes, baratas e vermes, para ganhar uma exótica píton fêmea Ivora Ball avaliada em 700 dólares, informou nesta terça-feira a imprensa na Flórida (sudeste).

Edward Archbold, de 32 anos, não era exatamente um amante das serpentes, mas na sexta-feira à noite se apresentou no concurso de insetos "Loucura da Meia-Noite", organizado na Loja de Répteis de Ben Siegel, em West Hillsboro Road, no balneário de Deerfield Beach, 72 km ao norte de Miami, na Flórida.

Archbold assumiu o desafio de comer insetos para agradar a um amigo que o acompanhava, que desejava obter a serpente como prêmio - o que ele conseguiu, apesar do falecimento de seu amigo. Mas depois de comer mais de 20 insetos gigantes, o homem começou a vomitar, desmaiou e morreu, indicou o jornal The Miami Herald.

Segundo as regras estabelecidas em um fórum online, o prêmio seria para "o homem ou para a mulher que comesse mais insetos em quatro minutos sem vomitar", algo que Archbold conseguiu fazer no tempo estipulado diante de uma multidão que acompanhava a inusitada competição.

Depois de comer as baratas e os vermes um por um, Archbold desmaiou fora da loja e foi levado a um hospital, onde foi declarado morto. Por enquanto, os investigadores do gabinete forense do condado de Broward aguardam os resultados da necropsia para determinar as causas da morte.

O dono da loja, Ben Siegel, disse ao jornal que o homem não pode ter morrido devido ao que comeu, porque, segundo sua versão, as baratas em questão "são comidas por pessoas em todo o mundo".

"Elas são criadas de forma caseira. São limpas, são criadas para alimentar mascotes exóticos. Vendemos animais caros, e estes insetos são perfeitamente seguros", disse o promotor da competição, que convocou cerca de 30 pessoas, das quais nenhuma ficou doente.

Até o momento especula-se que Archbold pode ter sofrido uma reação alérgica mortal.

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