Tópicos | até 2020

O grupo de afoxé Ará Omim, do Vasco da Gama, estreia no próximo sábado (17), o projeto O Povo das Águas, na Casa da Cultura. Trata-se de uma série de oficinas e shows que visam compartilhar com o público um pouco da cultura afro. 

Abrindo o projeto, neste sábado (17), o diretor do Povo das Águas, Lourival Santos, e o coordenador do evento, Genivaldo Francisco, participam de uma mesa de debate abordando a história do grupo artístico-cultural Ará Omim. Em seguida, a Fábrica Fazendo Arte faz uma participação especial na área externa. Os anfitriões do projeto encerram o dia, com uma apresentação até às 16h30.

##RECOMENDA##

Até maio de 2020, os sábados da Casa da Cultura serão preenchidos com a programação do Povo das Águas, com a participação de grupos como oco do Gavião, de Rio Doce, o Samba-reggae Obá Nijé, de Água Fria, e a Escola Pernambucana de Circo, da Macaxeira. As oficinas de dança e percussão, assim como as mesas de formação emitirão certificados. Para participar, é preciso se inscrever com antecedência através do site Sympla. 

Serviço

Estreia do projeto O Povo das Águas

Sábado (17) - 14h

Casa da Cultura

Informações: (81) 3224-0557

 

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos prorrogou o prazo de validade do concurso público realizado em 2017. O limite para as contratações seria fevereiro deste ano, mas no último dia 31 de dezembro de 2018, um documento no Diário Oficial da União oficializou a decisão de adiar por mais um ano a convocação dos aprovados em Medicina e Segurança do Trabalho. 

Até o prazo final, os candidatos podem ser chamados por ordem de classificação, de acordo com as demandas da empresa, causadas principalmente por aposentadorias, mortes e desligamentos. O edital do concurso foi publicado em outubro de 2017 e oferecia 88 vagas para Médicos e Seguranças do Trabalho.

##RECOMENDA##

Mais de 22 mil pessoas se inscreveram no certame, que apresentava vencimentos de até R$4.903,05 para nível superior e R$2.534,14 para nível médio.

Veja o edital de prorrogação publicado no DOU

Como era esperado, Carlos Arthur Nuzman foi reeleito nesta terça-feira para a presidência do Comitê Olímpico do Brasil (COB). Será a sexta vez consecutiva que Nuzman presidirá o comitê, cargo que assumiu em 1995. Candidato único para o pleito desta terça, ele foi reconduzido para um mandato até 2020 com 24 votos entre 29 possíveis - quatro confederações e a comissão de atletas do COB não enviaram representantes. Na votação, houve três abstenções, um voto contra e um nulo, já que o envelope onde deveria estar a cédula estava vazio.

A chapa de Nuzman tem Paulo Wanderley Teixeira como vice. Presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Teixeira está sendo preparado para comandar o COB após 2020, quando Nuzman não poderá mais concorrer.

##RECOMENDA##

Em seu discurso de posse, Carlos Arthur Nuzman anunciou que Agberto Guimarães, quarto colocado nos 800m rasos em Moscou-1980 e diretor de Esportes do Comitê Rio-2016, será o novo diretor executivo de Esportes do COB, cargo que era ocupado por Marcus Vinicius Freire até a última Olimpíada, na qual o Time Brasil não atingiu a meta de ser Top 10 no número total de medalhas.

"Vamos ter muito trabalho pela frente", afirmou Nuzman. "Não é em pouco tempo que se transforma uma entidade em vencedora", prosseguiu o dirigente que completará 25 anos à frente do COB se concluir o novo mandato, em 2020.

VOTAÇÃO - No início da assembleia, Nuzman pediu um minuto de silêncio em homenagem ao ex-presidente da Fifa João Havelange, falecido em agosto aos 100 anos. Membro do Comitê Olímpico Internacional (COI) por 48 anos, Havelange renunciou ao cargo em 2011 alegando problemas de saúde em meio a uma investigação do comitê de ética da entidade. O dirigente teve papel ativo na candidatura do Rio para ser sede dos Jogos Olímpicos deste ano.

Das trinta confederações com direito a voto, quatro não enviaram representantes (Desportos no Gelo, Desportos na Neve, Tae Kwon Do e Tiro com Arco). O pleito ainda contou com os votos de três membros natos do COB - incluindo Nuzman. Presidente da Comissão de Atletas do comitê, o ex-jogador de vôlei de praia Emanuel Rêgo enviou carta apoiando a reeleição do dirigente.

Apesar da (quase) aclamação, a reeleição de Nuzman corre o risco de ser anulada pela Justiça. Principal opositor do dirigente, Alaor Azevedo, que preside a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), chegou a ter duas liminares a seu favor deferidas pela Justiça do Rio. Ele entrou com ação questionando o prazo exigido pelo COB - 30 de abril - para o registro de candidaturas numa eleição que ocorreria só no último trimestre. As liminares foram derrubadas em agosto, mas o mérito da ação ainda será julgado.

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando